Temos a ideia de visualizar nos outros os defeitos, as características que fazem do outro inferior, mesmo sabendo que o que mais percebemos nos outros não se passa de um reflexo daquilo que mais temos, daquilo que mais escondemos, aquilo que mais nos estraga.
A mania de julgar caracterizar a aparência ou caráter de outra pessoa soa como apelo ou auto-piedade, pois isso acarreta com que achem que você pareça melhor e desprezando a outra pessoa. Antes de mais nada se conheça não deve-se julgar um livro por sua capa, ou alguém por alguma atitude.
Sempre bom fazer a terapia do espelho: SE NAMORE, SE APAIXONE, repetindo SE NAMORE (tenha um tempo pra você, sempre olhar nos olhos da pessoa que mais sai afetada com a própria decisão, dirija-se a você como terceira pessoa, veja o que te realça a beleza.
Por mais que tenhamos defeitos temos qualidades uma equilibra a outra, somos uma balança frágeis por simples estabilidade, se algo pesa em nosso defeito nos sentimos em baixa estima, menosprezados inferiorizados, se valorizamos muito as qualidades somos egocêntricos... Entrar nesse equilíbrio requer tempo e conhecimento, mas vale a ena cada esforço na matéria de se sentir bem e encontrar a felicidade.





















